

Em outubro de 2010 foi sancionada a Lei Federal 12.305/10 que instituiu a “Política Nacional de Resíduos Sólidos” no Brasil. Desta forma, as diferentes esferas governamentais (federal, estadual e municipal) deram início a um intenso processo de articulação política, técnica e legal a fim de reverter o histórico cenário negativo do tratamento, destinação e disposição final de resíduos sólidos no estado do Rio de Janeiro, até então, marcado pela disposição final ambientalmente inadequada. Consequentemente, foi observada a necessidade da identificação de novos fluxos para a Gestão Ambiental de resíduos, para que pudessem atender as demandas legais emergentes, tornando urgente a integração entre diferentes setores atuantes (academia, sociedade civil organizada, governos e empresas públicas e privadas) para o desenvolvimento de soluções sustentáveis para o gerenciamento integrado de resíduos sólidos. Logo, este grupo de pesquisa tem como objetivo avaliar os fluxos dos mais diversos tipos de resíduos sólidos, bem como lixiviado e biogás posteriormente gerados, para subsidiar a promoção de soluções técnico-científicas que possam vir a mitigar os problemas sociais e ambientais derivados das novas necessidades de tratamento, destinação e disposição final de resíduos sólidos no Estado do Rio de Janeiro.



Conheça os Nossos Pesquisadores

Coordenador
Dsc. Carlos Eduardo Canejo
Engenheiro civil, graduado pela Universidade Veiga de Almeida (UVA), Pós-Graduado em Gestão de Empresas de Petróleo e Gás pela Universidade Federal Fluminense (UFF), Mestre em Engenharia Sanitária e Ambiental pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e Doutor em Engenharia Ambiental pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Diretor de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Inovação da UVA. Coordenador e Professor da Graduação em Engenharia Civil. Professor e Pesquisador do Mestrado Profissional em Ciências do Meio Ambiente da UVA. Professor das disciplinas Hidrologia, Hidráulica, Saneamento, Gestão de Efluentes, Gestão de Recursos Hídricos, Sistemas de Drenagem, Gestão Integrada de Resíduos, Licenciamento Ambiental, Gestão de Riscos, Gestão de Projetos e outras dos cursos de graduação e pós-graduação presencial da UVA. Tutor dos cursos de graduação on-line em Gestão Ambiental, Gestão de Negócios e Administração. Membro da Comissão Permanente de Avaliação (CPA) da UVA. Líder do Grupo de Pesquisa Tratamento, Destinação e Disposição Final de Resíduos da UVA, Coordenador do Observatório da Gestão Integrada de Resíduos Sólidos do Estado do Rio de Janeiro (https://www.observatoriodosresiduosrj.com), vencedor do Prêmio CREA-RJ de Meio Ambiente 2023. Direção Executiva, Palestrante, Professor e Mentor da Visio Consultoria, Treinamento e Gestão Ambiental Ltda. Conselheiro do CREA-RJ pela UVA no triênio 2024-2026. Perito judicial e assistente técnico atuante nas áreas de engenharia civil e meio ambiente. Consultor estratégico, mentor e coordenador de projetos de gestão ambiental, licenciamento ambiental e gestão integrada de resíduos em diversas empresas. Já atuou como conteudista de disciplinas on-line na UVA, UNIGRANRIO e UNYLEYA. Já atuou como professor convidado nas instituições IBEC, IBMR, UERJ e COPPE/UFRJ. Já atuou como Coordenador do Núcleo de Negócios da Pós-Graduação da UVA, do Núcleo de Sustentabilidade da UVA e do curso de Engenharia Civil Semipresencial da UVA. Já atuou como Gerente de Licenciamento Ambiental no Instituto Estadual do Ambiente (INEA). Já atuou como Coordenador de Projetos na Secretaria de Estado do Ambiente Sustentabilidade (SEAS). Já atuou como membro da Associação Brasileira de Resíduos Sólidos e Limpeza Pública (ABLP). Já atuou como Consultor Estratégico de Qualidade Operacional no Grupo Águas do Brasil S/A e na empresa Rio+ Saneamento S/A. Possui sólidos conhecimentos em Planejamento e Gestão Ambiental, Sustentabilidade Empresarial, Licenciamento Ambiental, Saneamento Ambiental, Gestão de Efluentes Domésticos e Industriais, Hidráulica e Hidrologia Aplicada, Gestão de Resíduos Sólidos, Reciclagem, Perícia Ambiental, Indicadores de Desempenho, Gestão Estratégica de Negócios e Gestão de Projetos.

Coordenador
Dsc. Ricardo Soares
Atualmente, sou Professor e Coordenador do Mestrado Profissional em Ciências do Meio Ambiente da Universidade Veiga de Almeida (UVA). Sou Professor do Curso de Engenharia Civil da UVA. Além disso, coordeno o Grupo de Pesquisa em Tratamento, Destinação e Disposição Final de Resíduos, o Observatório da Gestão Integrada de Resíduos Sólidos do Estado do Rio de Janeiro e o Grupo de Pesquisa em Ciências Ambientais, Engenharias e Educação para o Desenvolvimento Sustentável no Antropoceno, todos na UVA.Paralelamente, sou Químico Industrial estatutário lotado na Gerência de Acompanhamento dos Instrumentos de Licenciamento Ambiental (GEILAM) do Instituto Estadual do Ambiente (INEA), onde avalio os Gerenciamentos de Áreas Contaminadas (GAC) dos empreendimentos localizados no estado do Rio de Janeiro. Também, exerci o cargo de Chefe de Serviço de Saneamento (SESAN) na Gerência de Licenciamento de Atividades de Saneamento e Resíduos (GELSAR - INEA). Liderei e participei de diversos Grupos de Trabalho para Avaliação de Estudos de Impactos Ambientais e seus respectivos Relatórios de Impactos Ambientais (RIMA). Sou membro do Grupo de Trabalho de Agregados Siderúrgicos e do Grupo de Trabalho Para Discussão Técnica Acerca das Tecnologias de Tratamento de Lixiviado (Chorume) de Aterros e Vazadouros Existentes no Estado do Rio de Janeiro, ambos no INEA.Possuo Graduação em Química Industrial pela Universidade Federal Fluminense (UFF); Licenciatura Plena em Química pela Universidade Salgado de Oliveira (Universo); Mestrado e Doutorado em Geociências (Geoquímica Ambiental) pela UFF, tendo sido premiado com a "Bolsa Nota 10 - Doutorado" pela FAPERJ. Iniciei Pós-Doutorado junto ao Instituto de Química da UFRJ, tendo sido agraciado com a "Bolsa Nota 10 - Pós-Doutorado", mas interrompi para assumir o cargo de Químico Industrial no Instituto Estadual do Ambiente (INEA). Além disso, possuo Pós-Doutorado em Geociências (Geoquímica Ambiental) pela UFF.Fui Professor do Departamento de Química da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), atuando nas disciplinas do setor de Química Analítica; fui Professor de Química do Instituto Federal do Rio de Janeiro (IFRJ); fui professor dos cursos técnicos de Meio Ambiente e de Petróleo Gás da Index Cursos Profissionais, ministrando as disciplinas: Resíduos Sólidos e Introdução ao Meio Ambiente. Atuei em diversas consultorias técnicas especializadas nas áreas de resíduos sólidos e gestão ambiental, tanto para a iniciativa privada quanto para o setor público. Adicionalmente, fui Pesquisador em Química Analítica e Ambiental no Centro de Tecnologia Mineral (CETEM). Elaborei dezenas de artigos científicos internacionais, colaborei em capítulos de livros, editorei números temáticos de revistas científicas e sou revisor de periódicos internacionais.Tenho profunda experiência nas áreas de Química Analítica, Química Ambiental, Geoquímica Ambiental, Planejamento e Gestão Ambiental, Desenvolvimento Sustentável, Antropoceno, COVID-19, com ênfase em: determinação de estoques de carbono e nitrogênio em solos (Matéria Orgânica do Solo); Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa; Verificação de Inventário de Emissões de Gases de Efeito Estufa; Gestão de Resíduos Sólidos Urbanos (RSU); Gestão de Resíduos da Construção Civil (RCC); Resíduos de Serviços de Saúde (RSS); Monitoramento Ambiental; Análise de Elementos Potencialmente Tóxicos; Gerenciamento de Áreas Contaminadas; Gerenciamento de Material a ser Dragado; Estações de Tratamento de Água (ETA), Estações de Tratamento de Esgoto (ETE); Estação de Tratamento de Efluentes Industriais (ETEI), Estação de Tratamento de Chorume (ETC); Poluição e Contaminação de compartimentos aquáticos e terrestres.

Pesquisador
Rafaela Naegele Alvernaz
Engenheira Química, com pós-graduação em Engenharia Ambiental e Saneamento Básico e
em Geociências Aplicadas. Pesquisadora no Observatório dos Resíduos Sólidos do Estado do Rio de Janeiro (OGIRERJ) e membro de grupos de pesquisa na Universidade Veiga de Almeida (UVA), com foco em resíduos sólidos, sustentabilidade e o Antropoceno. Estagiou no Instituto Estadual do Ambiente (INEA-RJ), atuando no licenciamento ambiental, fiscalização e gestão de resíduos no Estado do Rio de Janeiro, e na MRV & CO, no desenvolvimento imobiliário. Autora de artigos em revistas científicas nacionais e internacionais, destacando-se o capítulo "Leachate Management in Rio de Janeiro: A 2022 Overview", publicado pela Springer Nature Group. Sólida experiência em gestão de resíduos e sustentabilidade, possui atuação
reconhecida em áreas ambientais e no setor de desenvolvimento urbano. Foi agraciada com
a Menção Honrosa pelo Melhor Trabalho do Curso de Graduação em Engenharia Ambiental
na XIX Semana de Iniciação Científica da Universidade Veiga de Almeida. Recebeu o Prêmio CREA-RJ de Engenharia Ambiental (2023) e, como avaliadora, recebeu o Prêmio CREA-RJ de Melhor Trabalho de Conclusão de Curso do Estado do Rio de Janeiro (2024).

Pesquisador
Pablo Vimercati Simas
Pós-graduando em Gestão Pública pelo Instituto de Educação Roberto Bernardes Barroso (IERBB/MPRJ) e graduado em Engenharia Civil pela Universidade Veiga de Almeida. Possui formação técnica em Edificações pelo Firjan SENAI (2022-2023) e capacitação em Segurança do Trabalho e Meio Ambiente pelo SENAC (2023-2024). Atua como Pesquisador no Observatório dos Resíduos Sólidos do Estado do Rio de Janeiro (OGIRERJ) e como Servidor Público no Grupo de Apoio Técnico Especializado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GATE/MPRJ) desde 2020. Dedicado à sustentabilidade, realizou trabalho voluntario em Engenharia Ambiental na Evolution – Soluções Ambientais (2020-2021). Seu trabalho foi reconhecido com a Menção Honrosa da Universidade Veiga de Almeida (2022), o Prêmio CREA-RJ de Engenharia Ambiental (2023) e o Prêmio CREA-RJ de Melhor Trabalho de Conclusão de Curso do Estado do Rio de Janeiro (2024). Tem expertise em Engenharia Ambiental, Resíduos Sólidos, Mobilidade Urbana, Infraestrutura de Transporte, Construção Civil e Edificações

Pesquisador
Augusto Ahn Ka
Graduado em Engenharia Civil pela Universidade Veiga de Almeida, autor de diversos trabalhos acadêmicos na área, com ênfase em Engenharia Ambiental e Resíduos Sólidos. Foi premiado com o Prêmio CREA-RJ de Engenharia Ambiental em 2023. Atua na construção e reformas de edificações residenciais e comerciais. Fluente em coreano.
Minuto Científico:
Minuto Científico
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Determinação do Potencial Econômico Circular dos Resíduos Plásticos gerados no Estado do RJ nos anos de 2020 a 2024:
A presente pesquisa teve como objetivo estimar o potencial econômico circular desperdiçado com o não aproveitamento dos resíduos plásticos gerados no Estado do Rio de Janeiro entre 2020 e 2024. A análise se baseou na evolução da geração per capita de RSU, nas projeções populacionais do IBGE, nas frações gravimétricas indicadas no PERS-RJ e nos valores médios de venda de resíduos plásticos da região Sudeste, conforme os Anuários da Reciclagem. Três cenários distintos foram analisados: realista, otimista e desejado, tomando como referência os índices de recuperação de resíduos (IRR) do ERJ, do Brasil e do Rio Grande do Sul, respectivamente, em 2019. Os resultados apontam que, no cenário realista, a recuperação de resíduos plásticos seria de aproximadamente 30 toneladas por dia em 2024, com retorno econômico anual de R$ 35,9 milhões e acumulado de R$ 118 milhões no quinquênio. Já no cenário otimista, a recuperação diária alcançaria 76 toneladas, com montante anual de R$ 91,8 milhões em 2024, totalizando R$ 301,8 milhões. No cenário desejado, com IRR mais elevado, o potencial de recuperação ultrapassaria 220 toneladas por dia em 2024, com um retorno anual estimado de R$ 269 milhões e acumulado de R$ 884,5 milhões. A análise demonstra que, com apenas 1,18% de aumento no IRR, seria possível incrementar em R$ 183 milhões o potencial circular do Estado. Dessa forma, o estudo evidencia o enorme desperdício de valor dos resíduos plásticos, reiterando a urgência de políticas públicas estruturantes que estimulem a reciclagem, a valorização dos resíduos e a formação de novos fluxos econômicos circulares no Estado do Rio de Janeiro.

Mapeamento das áreas de vazadouro ativos do Estado do Rio de Janeiro: Cenário 2024
A presente pesquisa visou mapear e caracterizar os vazadouros ainda ativos no Estado do Rio de Janeiro no ano de 2024, revelando um panorama preocupante da destinação final de resíduos sólidos urbanos. Utilizando uma abordagem metodológica integrada, que combinou técnicas de sensoriamento remoto, sistemas de informações geográficas (SIG), levantamento documental e entrevistas com gestores locais, foi possível elaborar um diagnóstico acurado da persistência de práticas inadequadas de disposição. Os resultados identificaram dois vazadouros ainda em operação nos municípios de São Fidélis e Magé, evidenciando o descumprimento das diretrizes estabelecidas pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010) e a fragilidade das ações fiscalizatórias no Estado. Embora o Rio de Janeiro conte com infraestrutura de disposição final adequada, como os aterros licenciados de Seropédica (CTR Rio), Nova Iguaçu, São Gonçalo, Itaboraí e São Pedro da Aldeia, os dados revelam que fatores como distância, logística e custo operacional ainda induzem alguns municípios a manterem práticas obsoletas, recorrendo ao lançamento direto de resíduos em áreas não licenciadas. Esses vazadouros apresentam severos impactos ambientais: contaminação do solo e das águas subterrâneas, emissões difusas de gases de efeito estufa e proliferação de vetores de doenças. A ausência de controle e de infraestrutura básica, como impermeabilização do solo e drenagem de chorume, agrava os danos à saúde pública e ao meio ambiente. O estudo reforça a necessidade de regionalizar a destinação final de resíduos, ampliar os mecanismos de fiscalização e fomentar soluções intermunicipais. Conclui-se que apenas com planejamento estratégico, fortalecimento da governança local e incentivo à economia circular será possível erradicar definitivamente os vazadouros ainda remanescentes e consolidar um modelo de gestão ambientalmente adequado no Estado do Rio de Janeiro
Destaques:
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Determinação da Carga Poluidora de Nitrogênio Amoniacal na ETE Alegria:
O estudo realizado na maior Estação de Tratamento de Esgoto do Estado do Rio de Janeiro, a ETE Alegria, investigou os valores de nitrogênio amoniacal (N-NH₃) nos efluentes líquidos tratados, com base nos Relatórios de Acompanhamento de Efluentes de 2017 a 2022. Os resultados apontam que 100% das amostras encontram-se abaixo dos limites estabelecidos pela Resolução CONAMA 430/2011, com média geral de concentração significativamente inferior ao Valor Máximo Permitido (VMP) de 20 mg/L. Em 2021, observou-se o menor valor médio (4,56 mg/L), enquanto 2018 apresentou o maior (9,90 mg/L). A variação percentual da eficiência do processo de remoção de N-NH₃ (DPR%) ao longo da série foi de 26%, demonstrando relativa estabilidade operacional. Conclui-se que o sistema de tratamento implantado na ETE Alegria é eficaz na remoção desse composto, contribuindo significativamente para a redução da carga eutrofizante despejada na Baía de Guanabara e para a segurança ambiental dos corpos receptores.

Avaliação da Disposição Final de Resíduos Sólidos Urbanos Gerados no Estado do Rio de Janeiro em 2022
Este diagnóstico inédito da destinação final dos resíduos sólidos urbanos (RSU) no Estado do Rio de Janeiro em 2022 revela avanços e fragilidades na gestão. Dos 92 municípios fluminenses, 76 destinaram seus RSU a 19 aterros sanitários licenciados, totalizando cerca de 18.123 toneladas por dia – o que corresponde a 96,94% da geração diária. Por outro lado, 10 municípios ainda utilizam vazadouros, expondo 472 t/dia a condições inadequadas de disposição. Os demais seis municípios encaminham seus resíduos para instalações localizadas em Minas Gerais. O estudo ainda revelou que 80% da massa total coletada é gerida por duas operadoras privadas: Ciclus Ambiental e Orizon Valorização de Resíduos. Os dados obtidos reafirmam a relevância da consolidação de políticas públicas e da regionalização da gestão como caminhos para o encerramento definitivo dos lixões. Ao evidenciar as desigualdades territoriais e operacionais no setor, o estudo contribui para a construção de estratégias mais eficazes, sustentáveis e equitativas no gerenciamento dos RSUs no estado.

Avaliação da Produção de Resíduos Sólidos no ERJ segundo o Censo 2022
A análise comparativa entre os censos de 2010 e 2022 permitiu constatar um aumento de 2,14% na geração diária de RSU no ERJ, o que equivale a 362,55 toneladas a mais por dia. A média estadual atual é de 17.333,33 t/dia, com a Região Metropolitana sendo responsável por 81,20% da geração, apesar de leve redução percentual em relação à década anterior. A geração per capita média é de 0,88 kg/hab./dia, inferior à registrada no Plano Estadual de Resíduos Sólidos (1,19 kg/hab./dia). Esta redução, embora positiva, não elimina o desafio da gestão, sobretudo diante do avanço da urbanização e do consumo. O estudo evidencia que o Estado continua pressionado pela alta produção de resíduos e pela necessidade de aprimorar sua infraestrutura e políticas públicas. Os resultados reforçam a urgência de integrar os dados censitários às estratégias de gestão, sobretudo para atualizar planos estaduais e municipais de resíduos sólidos e fomentar práticas sustentáveis, em consonância com os preceitos da PNRS.



